Quinta-feira, 9 de Julho de 2009

Wild Arms (PSX)


Falarei um pouco sobre a experiência que tive com esse jogo, Wild Arms é um jogo de RPG lançado em 1996 no japão para o 'Preisteichion'.Você joga com três personagens distintos: Rudy, Jack e Cecília. Esse marotos aprontarão as mais loucas confusões em Filgaia para salvar o mundo das forças do mal (ui!).

O jogo apresenta gráficos em 2d e em 3d para as batalhas. O gráfico em 2d é belíssimo, bem trabalhado, mostrando que quando bem feito, o 2d ainda impressiona. As batalhas são aleatórias (eu odeio isso), quando me perco no mapa sem saber pra onde ir é um tanto chato porque aparece inimigo todo o tempo. Além disso, Wild Arms tem uma abertura maravilhosa em Anime. E a trilha sonora? Brilhante!!! É ouvir para se apaixonar.

Bem, bem resumindo é isso, sobre o jogo, eu estou sem saber o que fazer depois de ter enfrentado o Boomerang & Luceid pela segunda vez. =/

--
Juliano Gonçalves
(Bacharel em Artes Visuais, Chargista e Artista Plástico)




Abertura do Game:

Quarta-feira, 8 de Julho de 2009

As Muié Siliconadas


Rapá, hoje vô falá sobre essas precupação que assola as muié do mundo intêro. Ao invés dos cabra cinentisistas tratari as doença, o negóci é trata as muié pra mor di elas fica pareceno uma buneca de prástico sô.

Muié tem qui di ser naturar. Ficá usando o tar do silicone pra mor de parecê uma vaca leitêra que num dá leite, antis desse leite pra mor de sustentá a famía, pelo menus num gastava co leite, né cumpadis!?

A monstra de merda, minha fié companhera, agora quer colocá siliconone nos peito! Nóis nem tem dinhero pra comer dereito, mandei ela pegar uns feno e colocar dentro do surtiã! E tudo por dicausa dessas tar de famosa da tevelisão, cumpádi, que num tem mais o qui inventá!!!
Até nossa próxima prosa!!!

--
Monstro de Merda
Um bostalhufo qualquer


Levantando o mastro


Qual a magnitude da impotência sexual? Até que ponto o homem deixa de ser “homem” quando não possui mais controle sobre sua masculinidade?

O fantasma da impotência é o maior dos temores masculinos. Isso ocorre desde que descobrimos a “outra” utilidade daquele pedaço de carne esponjosa.

Ser broxa é ser ao avesso. É a parábola “Fundo do Poço”. Isto já causou aos homens loucura, bancarrota de fortunas, violência, morte e casamentos desfeitos – este último, segundo um amigo seria o menor dos males. E naturalmente, chifres.

Mas perante a natureza humana, se existe um problema, existe solução. Ainda mais este tipo de problema. Dizem que foi por acaso, mas o fato é que, ao menos de modo subjetivo, acabou a broxura.

Os laboratórios nunca venderam tantas drogas “mágicas” para combater a impotência. Homens – e mulheres – desfrutam destas fórmulas fantásticas e retornam a uma vida “prazerosa e langoriosa”.

Prodígios a parte, estou eu sentado naquele bar, com os amigos, quando surgiu o comentário de um jovem dominicano de 23 anos que estava com uma ereção que durava... seis dias!

Ele teria misturado dois comprimidos de “levanta-mastro” com energéticos e bebidas alcoólicas. Os médicos se negaram a fazer uma operação. Isto poderia causar impotência sexual no jovem “viagrão”.

O curioso é que durante o relato, até o garçom parou de trabalhar. Os mais afoitos queriam saber a proporção de cada “ingrediente”. Um se entregou. Não se conteve e lascou:

- Diz de uma vez, era Viagra ou Cialys?
- Não sei - disse o interlocutor
- Hum....já sei, deve ser Cialys, o efeito é de 36 horas...

-
Alexandre Moreira (Confira suas crônicas nos sites: www.jornalagoraonline.com.br e www.canalicara.com)

Quarta-feira, 1 de Julho de 2009

Diário Retroconsole Parte 1


Bem, a foto parece um saco com um monte de lixo dentro, mas acredite, é um Mega Drive japonês.

Ganhei há pouco tempo, estou a procura do cabo de a/v, e de uma fonte de alimentação para os testes iniciais, depois de devidamente testado, segue para a limpeza minuciosa e novamente embalado.

Dos dois controles que vieram juntos com o console, um é original, mas infelizmentes as bases dos parafusos estão quebradas, e o outro controle, mesmo sendo pirata é de boa qualidade, mas o direcional está quebrado, então, peguei tudo o que aparentemente estava perfeito no controle original e passei para esse pirata, incluindo o dito direcional, como faltam alguns componentes para testar o console, resta ainda saber se o resultado será satisfatório...

Até a próxima!

Terça-feira, 16 de Junho de 2009

Não aguentei, tive que postar!


Clique para ampliar, Diou!


Gramado vem, Gramado vai...


"Cada vez que o gênero festivo (cheio de artistas globais, que nunca fizeram cinema e raramente viram um filme brasileiro ou latino) começa a saturar, o pessoal "cinemeiro" volta ao poder e o Festival ganha consistência"

Dizem que o brasileiro é um chato nato. Assim, uma antiga piada sobre a (então) sempre protelada vinda de Sinatra ao Brasil, contava que, um dia, "The Old Blue Eyes" finalmente tinha vindo cantar no Maracanãzinho, e o sucesso havia sido tão grande que, um ano depois, ele tinha resolvido voltar a fazer uma nova apresentação. Resultado: os mesmos que o haviam saudado da primeira vez como "o maior cantor popular de todos os tempos, finalmente em nosso país", no retorno se limitaram a bater ombros e dizer: "Pô, lá vem aquele chato do Frank, de novo". O próprio Sinatra acabou vindo mesmo, no Maracanãzinho, com enorme sucesso, mas talvez, tendo ouvido a piada, nem pensou em voltar. Mas, anos depois, os Rolling Stones vieram e retornaram com igual sucesso. Vai ver, mudou o país.

Ou quem sabe não.

Nestes dias que antecedem (ou, talvez para o leitor, em que acontece o 29º Festival de Cinema de Gramado), não é raro ouvir-se, mesmo entre os amantes do cinema, a expressão: "de novo"? É, de novo. Quase trinta anos de um Festival, que não é mais o mesmo (foi do "cinema brasileiro", virou "do cinema latino" e agora é dois em um) soam meio como que um desaforo para boa parte da imprensa especializada do centro do país, a mesma para a qual futebol só existe no Rio ou em São Paulo, música brasileira é só samba (ou baianidades aculturadas) e assim por diante. Pois Gramado resiste. Perde em idade para Brasília, mas resiste como local de respeito.

Não é fácil.

Há tantas visões do Festival, tantos interesses, que parece um milagre ele não ter sucumbido às lutas internas. A mais visível delas é municipal. A Prefeitura de Gramado alterna-se entre o PDS e o PMDB com uma regularidade maçante, e raras exceções (houve mais de uma?), irrelevante. Como em toda a cidade pequena, não há diferenças ideológicas marcantes entre os diversos partidos mas, em Gramado, o revezamento leva à constatação de diferenças no trato cultural. Uns são mais festivos, outros mais cinemeiros. O que parece um problema, pode fazer parte do sucesso do evento. Cada vez que o gênero festivo (cheio de artistas globais, que nunca fizeram cinema e raramente viram um filme brasileiro ou latino) começa a saturar, o pessoal "cinemeiro" volta ao poder e o Festival ganha consistência. Depois, quando por excesso de consistência ele se afasta do público, os festeiros ganham a eleição e o Festival volta às graças de "Caras" e afins. Vinte e nove anos devem significar algo.

Mas não se iludam muito. Nem os festeiros desprezam o debate sério, nem os cinemeiros deixam de gostar de uma boa festa. Então, neste equilíbrio entre semelhanças e diferenças, o Festival vem resistindo aos anos, mas não sem problemas. O maior deles é uma consistente crise de identidade. Nos últimos anos, a questão vem se arrastando e multiplicando posições: o Festival deve ser brasileiro ou aberto a produções externas? E, neste segundo caso, aberto segundo que critérios? A culpa da mudança foi do Collor. Quando exterminou a Embrafilme ele terminou também com a produção nacional. Sem questionar a justiça ou não deste ato, a verdade é que de um ano para outro Gramado viu-se sem filmes para justificar o Festival. Literalmente não havia filmes brasileiros em número suficiente para que o Festival pudesse ser realizado. A solução foi abrir-se ao Cinema Latino. Solução de emergência, implantada na esperança de que fosse temporária. Mas, a internacionalização foi vista por alguns organizadores não como isto, uma solução de emergência, mas como "um passo à frente". Com o proverbial deslumbramento tupiniquim a tudo o que vem de fora, pensaram estes que, agora sim, o Festival havia ficado grande.

Bogagem, é claro. De o mais sério Festival de Cinema Brasileira, perdendo em expressão apenas para o de Brasília, que, afinal, é na Capital Federal, Gramado transformou-se em um dos mais furrecas festivais internacionais. Nem mesmo em termos de "cinema latino" ele tem grande expressão. Perdeu, com isto, o Cinema Brasileiro, e perdeu o próprio Festival, cada vez mais indefinido. Este ano a premiação foi separada, brasileiros de um lado, latinos de outro, mas isto apenas tornou mais gritante a bobagem. Ao mesmo tempo, o que o Festival durante muito tempo teve de melhor, que era o tratamento igualitário a todas as bitolas, com a festa de premição reunindo desde superoitistas até os Barretos, acabou. Super-8 (uma bitola que surpreendentemente ressucitou) e 16 mm não participam mais da festa de premiação final, foram relegados a outro dia. Não há mais espaço para se revelarem, em pé de igualdade com os realizadores profissionais, nomes como os Carlos Gerbase, Giba Assis Brasil, Nelson Nadotti ou Jorge Furtado.

E aqui um depoimento pessoal. Durante muitos anos meu pai foi presidente do Festival, e mais de uma vez, o vi escutar de grandes produtores, que era preciso tirar a "premiação menor" da grande festa, pois "aqueles" filmes nada tinham a ver com a importância da produção profissional. P.F. Gastal apenas ria e respondia: "Um destes guris, que se revele a partir daqui, valerá todos os outros cujos filmes ruins teremos que aguentar. Além disso, vocês nem assistem aos filmes, só a premiação, então não incomodem e deixem a gurizada ter seu espaço respeitado".

O que a pressão dos produtores não conseguiu, a pseudo-internacionalização realizou. O espaço, que antes era dos novos realizadores - hoje mais de um "daqueles guris" é respeitado até internacionalmente - foi dado ao cinema latino e às estrelas globais. O desbunde entrou no lugar do incentivo à nova produção, e a premiação do Super-8 e até do 16 mm foi levada para outro dia, como se fossem realizações menores e menos importantes. No fundo, Gramado tem pretensões a ser um Oscar cucaracho, em vez de reassumir a posição de evento pensante do Cinema Brasileiro. Produção não falta mais, a qualidade dos filmes é melhor do que nunca. Mas, Gramado parece ter optado por ser um festivaleco latino em vez de voltar a ser o momento de debate do Cinema Nacional. Os que optaram por este caminho não percebem que, se ele for bem sucedido, Brasília, enquanto capital, tem melhores condições para optar por ele e tirar o espaço de Gramado.

Até por ser em um lugar pequeno, isolado, onde tudo é próximo e convida à conversa, Gramado precisa retomar a sua posição de pólo pensante do Cinema Brasileiro. Se alguma forma de internacionalização acontecer, que seja em termos de Festival do Mercosul ou, melhor ainda, do extremo sul, reunido Brasil, Uruguai e Argentina. O resto é pura pretensão. Nestes últimos dias, tenho ouvido e visto, no rádio e na TV, um monte de bobagens de gente que tem menos idade do que o Festival. "Ninguém conhecia Gramado antes do Festival de Cinema" é a mais recorrente, dita por gente incapaz de imaginar a quantidade de gente que subia a serra na Festa das Hortênsias, e o espaço na mídia de todo o país que esta festa conquistava. O Festival de Cinema deu, isto sim, mais consistência cultural ao fluxo turístico para a serra. O resto do crescimento econômico de Gramado e Canela veio, mesmo, na esteira da nova estrada e na da industrialização de duas cidades que, há três décadas, eram pacatas e tranquilas.

Pode ser que, visto agora, o Festival pareça mesmo ser apenas um evento turístico como qualquer outro. Mas houve tempo em que foi um dos lugares onde a inteligência brasileira se reunia para discutir como burlar a censura, como combater a ditadura, como lutar por um país melhor. Perdeu-se um pouco de seu encanto como núcleo criativo. Perdeu-se um pouco de sua força. E o mais curioso é que isto nem se deve tanto aos organizadores da própria cidade, independente do partido de plantão que esteja na Prefeitura, mas daqueles tantos outros que, de fora, chegam com idéias "geniais" para ingerir num produto que é autenticamente gramadense.

O ponteiro está perdendo o rumo. A idéia de criar uma Fundação para gerir o Festival até já foi boa, mas no momento mais parece uma tentativa quase partidária de tirar da cidade a gestão do evento. Com aquela soberba típica das capitais, muita gente acha que os gramadenses não têm condições de tocar o Festival, e querem trazer para a "grande cidade" a gerência do mesmo. Seria um erro. Os 29 anos de Gramado mostram que, entre erros e acertos, o jeito interiorano de fazer as coisas está mantendo este evento mais vivo que dezenas de outros criados e geridos na capital. O Festival é em Gramado e de Gramado, e assim deve permanecer. Se possível, deixando de lado o desbunde, e voltando a ser de Cinema Brasileiro, o maior evento de debate cultural que este país já teve.

--
Texto de Ney Gastal de 04/08/2001.
Fonte: http://www.baguete.com.br/colunasDetalhes.php?id=488

Quarta-feira, 10 de Junho de 2009

A Long Way From Home


Longe De Casa

Já caminhastes um bom bocado
desde o rapazinho de nariz escorrendo
e todo desarrumado que eu conheci
Você tinha tantos modos
Consigo recordar as pequenas coisas
Que sempre te fizeram sorrir
Lhe faziam feliz
Agora você pensa que está mais sábio
por estar mais velho
E você pensa
que dinheiro compra tudo
E você acredita que não precisa
de ninguém para lhe guiar
Mas você continua
muito longe de casa

Já caminhastes um bom bocado,
estás seguro de si e vestido
em roupas engraçadas, mas não me reconheces
Espero que encontre o que procuras
Com seu carro e casacos costurados a mão
Porém riqueza jamais lhe tornará mais forte
Pois ainda estás muito longe de casa
Sim, ainda estás muito longe de casa

--
Composição da ótima banda The Kinks do álbum 'Lola vs. the Powerman & the Money-Go-Round, Pt. 1' de 1970. Linda a letra, Ray Davies é o cara!

--
Performed by Ray Davies